segunda-feira, 16 de maio de 2011

No Pôr do Sol

eU CoMuNiCo, Tú CoMuNicAs, NóS EdUcOmUnICaMoS 

Objetivo: Promover uma experimentação sobre Comunicação, Redes Sociais e Jornal Mural.

Antes de iniciarmos a oficina de comunicação, fizemos uma rápida avaliação da exploração à Rádio Heliópolis. Os pontos mais avaliados foram:

Que bom!
 Mudamos o nosso olhar
Conhecemos os projetos da comunidade
Conhecemos os relatos da comunidade
Que pena!
  Que nem todos foram
Que tal?
Irmos novamente

Logo após o bate papo, a jovem Thalita Dualibi, representante do comitê jovem, falou como foi a reunião e os pontos mais discutidos, como a bolsa auxilio, e falou também de algumas orientações e recomendações para ida ao Clube do Itaú.
Neste dia, demos inicio a nossa experimentação de comunicação, conduzidas pelo Flávio Munhoz e o coordenador do PJU Magno Duarte.  

De Avaliação da Exploração Rádio Heliopolis. Oficina de Comunicação Teoria e Pratica

Divididos em dois subgrupos, os jovens foram a uma exploração numa Lan House e na pratica conheceram e experimentaram algumas ferramentas da comunicação, como o Picasaweb, Redes Sociais, Youtube, Blog’s, Webrádio e e-mails.

De Avaliação da Exploração Rádio Heliopolis. Oficina de Comunicação Teoria e Pratica

  Nesta pratica, os jovens criam Blog’s , álbuns de fotos, editaram fotos e  criaram e-mail’s formais para cadastramento na Expo CIEE. No campo teórico, os jovens discutiram o que é comunicação, as influências da mídia nas informações e a forma que ela retrata a juventude atual. Durante a discussão, os jovens falaram livremente o que pensam e sabem sobre comunicação:



Comunicação é...
Dialogar; trocar idéias; Imagem; som; gestos e escrita...

   
“A TV ainda influencia muito na questão política”. (Alex Willian, 16 anos)
 “Na internet você ver o que procura, na TV o que te mostram”. (Alex Willian, 16 anos)

Na segunda etapa, os jovens assistiram ao filme NOVO OLHAR, que é o resultado de uma experimentação que aborda a influencia da mídia na vida dos jovens e também sobre o grafite no Grajaú. E em subgrupos os jovens leram algumas revistas (Viração, Época, Onda Jovem, ZONG, Carreira...) e destacaram noticias que falam sobre juventude e analisaram criticamente a forma que a noticia é apresentada, logo depois socializaram entre os grupos.

De Avaliação da Exploração Rádio Heliopolis. Oficina de Comunicação Teoria e Pratica
De Avaliação da Exploração Rádio Heliopolis. Oficina de Comunicação Teoria e Pratica
Na terceira etapa, os subgrupos escolheram quatro locais para explorarem. E partir do material recolhido irão produzir um objeto de comunicação que aborde temas de interesses juvenil. Os locais visitados foram: Centro de Apoio ao trabalho – CAT Interlagos; CEU Vila Rubi e Dutra; Hospital Grajaú; Casa de Cultura e Sesc Santo Amaro.  Ainda não avaliamos estas explorações, devido as atividades que estavam por vir, mas na próxima quarta-feira (18/05), logo após o Club do Itaú, avaliaremos e traremos aqui para o Blog o resultado.

De Avaliação da Exploração Rádio Heliopolis. Oficina de Comunicação Teoria e Pratica
Ainda nesta semana exploramos a Revista VIRAÇÃO. Lá os jovens participaram de uma oficina de Jornal Mural. Como produzir um Jornal Mural? O destino a Rua Augusta foi longo, mas durante as baldeações muita diversão nos ônibus, desfile de moda, da jovem Jaqueline, e repente animaram os jovens urbanos e todos no ônibus. 

De Exploração à Revista Viração

De Exploração à Revista Viração

De Exploração à Revista Viração
O espaço foi propicio ainda para leitura do diário de bordo que despertou a atenção e curiosidades das pessoas que estavam no ônibus.

De Exploração à Revista Viração
Chegando ao local, bem cansados, os jovens se jogaram nos puffs e nos sofás que estavam espalhados pela Revista VIRAÇÃO.


De Exploração à Revista Viração
Logo no inicio assistiram trechos do filme Escritores da Liberdade, e discutiram a questão do preconceito e do bulling refletindo a realidade da situação das escolas em que estudam. Em filipetas descreveram se já foram vitimas de bulling e quais fatos do filme coincidem com a realidade do Brasil.

De Exploração à Revista Viração

Alguns contratempos impediram que a Educadora ficasse até o final da atividade. Uma das jovens não estava se sentindo bem e teve que ser levada ao Hospital.
Na próxima quarta-feira, detalharemos melhor as ações que foram desenvolvidas na atividade e socializaremos aqui no Blog.
Até a próxima quinzena!!

2 comentários:

Vander PJU disse...

Ai sim em galera, Comunicar-se é também Educarmo-nos... Palavra difícil né? Mas acredito que ela exista...
Parabéns ai pelas atividades é isso mesmo quanto mais descobrimos as ferramentas de Informação, mas formação vamos adquirindo.
Quando puderem galera, passem pelo nosso blog e deixam alguma mensagem:

http://pjucccf.wordpress.com/

Abracios do lado bem leste da cidade de SP, fui.

xXx

Pedro disse...

Viva Adoniran Barbosa. E o que falar da mídia?

Escritores riem da tese da Globo sobre língua popular e livro didático 'errados'
Enviado por Adriano S. Ribeiro, sex, 20/05/2011 - 10:06
Autor:
Adriano S. Ribeiro

Os escritores Marcelino Freire e Cristovão Tezza participaram nesta semana do programa "Entre aspas", apresentado por Mônica Waldvogel na GloboNews. Com bom humor, os dois escritores rechaçaram a tese da Globo (e da velha mídia), que, a partir de trechos retirados do contexto, ataca o livro "Por uma vida melhor", adotado pelo Ministério da Educação para turmas de jovens e adultos.

Quando a apresentadora fala em "regra errada do português", imediatamente Tezza, professor aposentado da UFPR, a interrompe e a corrige: "Variedades não padrão".

Mônica responde: "Estamos tucanando aqui". Ao que Tezza rebate: "É um conceito linguístico esse. Todas as línguas do mundo funcionam assim, são variedades. [...] A diferença entre dialeto e uma língua é que uma tem exército, e a outra não. É a história das línguas."

Marcelino Freire cita o poeta Sérgio Vaz: "Quando a gente diz nós vai, é porque nós vamos".

Tezza explica:

"Quando você constrói uma gramática escrita, você escolhe formas, passa a escrever essa formas, passa a defendê-las. E elas passam a ser o certo. E aí se começa a estigmatizar o que não está daquela forma. Isso é construção histórica das línguas padrões [...].

O conceito de variedade linguistica é fundamental, não há mal nenhum em mostrar aos alunos, mesmo dos primeiros anos, que a língua é um conjunto de variedades, inclusive para trabalhar com a diferença e a importância da norma culta. O que não precisa é humilhar ninguém para fazer isso.. é um processo esmagador, a escola tem muito poder, o aluno chega lá, só fala a variedade dele, o professor vai olha, você é burro, senta ali no milho... não. Vamos trabalhar de outra forma. É uma questão didática."

"Que conselho vocês dão aos que estão tão preocupados?", questiona a apresentadora, ao final do programa.

É a deixa para Freire arrematar:

"Vão de Adoniram Barbosa: "Arnesto nos convidou / prum samba ele mora no Brás / Nóis fumo, num encontremo ninguém..." [mais risos]

Fonte:
http://drrosinha.com.br/livrodidatico/